
Após reuniões já realizadas, permanece o impasse inicial.
De um lado, o padre-prefeito exige a direção do hospital para um seu correligionário e acena com uma ajuda financeira mensal de apenas R$ 6.000, (seis mil reais), uma quantia muito aquém do que era repassado pelo ex-prefeito Edimar Medeiros (PSB). Do outro, o atual diretor, advogado Enesiano Ramos, apresentou uma proposta da elevação do valor do repasse para R$ 12.000 (doze mil), e a indicação de um Supervisor (a) de confiança do prefeito para acompanhar as receitas - e despesas - do hospital. Permanecendo a direção geral nas mãos da entidade proprietária do mesmo.
A proposta foi rejeitada por padre Jocimar, que afirma - caso não obtenha o que pleitea - à abertura de um Centro de Atendimento Médico Municipal, para pequenos atendimentos, com os casos mais graves sendo removidos nas ambulâncias da prefeitura, para unidades hospitalares de outros municípios.
Caso essa medida seja efetivada, o Hospital Ruy Mariz ficará sem condições de manter os seus serviços de atendimento a uma população de mais de doze mil habitantes, e certamente deverá fechar suas portas.
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